O mergulho profundo das crianças no Sítio Panakuí

Elas chegam em uma manhã ensolarada. Desceram do ônibus e começaram a grande aventura: um dia no Sítio de Inteligência Alternativa Panakuí.

A estrada de terra está muito ruim. Elas descem do ônibus, carregam as suas bagagem e fazem a pequena viagem a pé. No caminho, observam as casas simples dos moradores, seus jardins, as flores na beira da estrada. Tudo é novidade!

À frente da turma está Professora Avani. As crianças participam da Convida e fazem o debate da Agenda 21 de duas escolas públicas.

O dia foi movimentado: prepararam a terra, plantam mudas, pisaram a terra molhada e fizeram tijolos ecológicos. O dia estava apenas começando!

Na trilha da floresta, abraçam as árvores, respiram ar puro, conversam com as palmeiras. Elas aceitam todos os desafios. As crianças não colocam barreiras, a intuição flui com liberdade.

Na escola aberta do Panakuí a aprendizagem acontece através da experiência. Elas contam estórias, projetam sonhos, desenhos o futuro.

Na trilha do mangue, algumas resistem um pouco, mas logo estão pulando e gritando, com os pés na saudável argila..

Foi um animado dia ecológico. Com as crianças estou sempre aprendendo. Obrigado, crianças! Obrigado, professora Avani!

Curso para a criação de abelhas nativas no Panakuí

Mel da tribo

Em uma parceria com a Mel da Tribo, do pesquisador Maurício Bezerra, em breve realizaremos o primeiro curso para as pessoas interessadas na criação das nossas abelhas nativas.

Por enquanto, temos o mel Tiubinha, em embalagem de 460 gramas, no valor de R$ 20,00.

O mel da abelha nativa é muito usado para fins medicinais, para a produção de xaropes e para o consumo. Encomendas pelo fone (98) 98888 3372.

Uma revolução com o reaproveitamento do resíduo orgânico doméstico.

Todos os dias um Milhão de Reais é jogado fora, pela população,  em São Luís. Em 2014, estimamos o desperdício, na capital do Maranhão, em R$ 360 milhões de reais. Mais a despesa da prefeitura com a coleta do lixo, estimada, em média, em 12 milhões ao mês, chega-se ao valor de 504 milhões o desperdício anual  com o resíduo orgânico doméstico.Até quando?

São Luís produz cerca de 500 toneladas/dia de resíduo doméstico, a sobra de comida. Avaliado em R$ 2.00 o quilo, durante o dia o prejuízo, para a população, alcança a cifra de um milhão de reais. Multiplicando por 30 dias, vezes os 12 meses, atinge-se a cifra de 360 milhões de reais. A despesa com a limpeza pública, que recolhe o lixo da rua é apenas uma operação onde se jogar o lixo debaixo do tapete. Apenas muda o problema do lugar, agravando-o.
Além do prejuízo, o dano à natureza é gravíssimo. Todo o material recolhido pela prefeitura, com um custo elevadíssimo por tonelagem, esgotou o Aterro Sanitário da Ribeira, contamina as águas subterrâneas.
A soluções existe.
O Kit Orgânico Panakuí, um recipiente que facilita a coleta do resíduo doméstico, nas residências, permite o beneficiamento do produto em adubo sólido e líquido, para uso na agricultura rural e urbana E nós propomos a campanha Resíduo Orgânico Doméstico, o que evitaria o prejuízo milionário, e ainda transformaria as cidade em um Centro Produtor de Hortaliças e Verduras.

O Brasil tem cerca de 5.000 municípios. Em praticamente todos, o problema se repete. São bilhões de reais desperdiçados todos os dias, recursos que poderiam impulsionar a revolução na saúde, na agricultura, na geração de renda.
Assim, convivemos, em 2014, em  São Luís, com um prejuízo na esfera dos 504 milhões de reais.

A lei Nacional de Resíduo Sólido, que foi tema das conferências nacional, estaduais e municipais, orienta para a reutilização dos resíduos. Falta cumprir a lei. Enquanto isso, o desperdício prossegue. Até quando?

Ou seja: daria para começar uma Revolução Ecológica na capital do Maranhão. Ou em qualquer cidade do Brasil.

O Kit Panakuí é uma tecnologia desenvolvida no Sítio de Inteligência Alternativa e pode ser levada para todo o Brasil, através da campanha Resíduo Orgânico Zero. Além do Kit Panakuí, desenvolvemos também a microcomposteira feita de cano, a composteira maior feita em tonel ou tubo de cimento, e o secado solar, feito com recipiente de flande ou alumínio. Vejam as imagens:

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Pesquisador relata a experiência que viveu ao conhecer o Sítio Panakuí

Um mergulho na ecologia intuitiva do Panakui

Quero compartilhar aqui uma experiência ímpar que tive, em São Luís, no Maranhão.

Saí de São Paulo no dia 06/07 para conhecer uma experiência que me encantou quando li o livro Sítio Ecológico, um guia para salvar a terra, escrito por um homem iluminado e plenamente comprometido com as causas planetárias.  Este homem é Moisés Matias. Tive o privilégio e a honra de passar um dia  com este ser de luz, que me acolheu com muita simplicidade, hospedando-me em sua residência.

Com toda generosidade me falou de seus projetos de vida, do seu comprometimento com a causa da criação e  construção do Sítio Ecológico, mostrando-me que este nasce primeiro no nosso interior, no nosso coração, para depois externalizar-se.

Moisés Matias levou-me ao Sítio Panakuí, onde vivenciei uma verdadeira conexão com o sagrado presente na genuína natureza ali exposta. Pude compreender o que é um sítio ecológico ao vivenciar esta rica experiência.

Confesso que estou muito grato por tudo que aconteceu e também esperançoso com os passos que vou dar na construção do meu futuro sítio ecológico.

Moisés Matias, gratidão, camarada!

Sebastião de Oliveira Coelho

Professor e pesquisador

Diadema (SP)

Um sítio urbano e musical excepcional

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A casa tem uma frente comum: porta, janelas e garagem. Mas quem adentra à residência do Casal Alan Ribeiro e Núbia Maranhão, penetra em um universo ecológico construído com esmero e dedicação.

No pequeno quintal, Alan Maranhão faz compostagem, reaproveita materiais, constrói com madeira de construção e cultiva plantas em jarros.

No espaço há plantas ornamentais, condimentos e hortaliças em prateleiras, nos cantos e nas escadas. E o beija-flor, nas visitas furtivas.

“É assim que aproveito o tempo, quando estou em casa”, explica Alan.

Ela é professora e cantora, Ele é músico e arranjador. O casal se volta para a vida ecológica. “Procuramos fazer a nossa parte, cultivando alimentos e evitando o desperdício”.

Além da música, Alan carrega a tradição ecológica. Em busca de mais espaço para o arte da ecologia, o casal ensaia para um voo maior mais amplo, longe do asfalto e próximo à natureza. Aguardem o novo show da dupla.

Dia da Terra. Vai o GRÃO

Todos os dias,  eu ….DSCN5250

Coleto sementes, faço mudas

Algumas nascem,

Muitas morrem

Planto as sobreviventes no quintal

Muitos as arrancam

Não importa

Coleto sementes, faço mudas,

planto árvores.

Superável é o limite do impossível.

FELIZ DIA DA NOSSA LINDA MORADA!

Curso de Ecologia e Estresse, neste final de Semana (18 e 19.04), no Panakuí

Ecologia e Estresse é o título do meu último livro. Agora, estamos lançando como curso regular, através da Universidade Livre..

O próprio sítio Panakuí surgiu por conta da crise de estresse que sofri no final dos anos 90.

Tive que fazer o mergulho profundo em uma viagem de volta ao eu ecológico.

Após a viagem, trouxe na bagagem a lição que compartilho com as pessoas participantes do curso Ecologia e Estresse e que buscam uma vida com qualidade e com um significado mais amplo para a existência.

Após o curso, as pessoas interessadas poderão completar a formação, tornando-se um multiplicador autorizado pelo autor a ministrar o curso em outras áreas.

Venha, reserve a sua vaga pelo telefone 98888 3372.

Moisés Matias

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O mundo é o que você come. Faça a sua horta orgânica!

Estou em um grande marcha em busca da vida ecológica.

Ampliamos a horta doméstica, estamos ampliando a produção agroecológica no Sítio Panakuí. Tudo em busca da alimentação ecológica e saudável.

Não tem sido fácil. Em São Luís, Ma,  não temos feiras orgânicas, apenas um produtor, no Maranhão, tem a cer

tificação de produtor orgânico. Basicamente o maranhense está exposto à comida produzida com venenos e aditivos contaminantes.

Muitos dos alimentos que encontramos nas feiras e mercados contém grande quantidade de produtos químicos tóxicos provenientes de pesticidas.

Temos, portanto, que ter cuidado para evitar os venenos, porque estas toxicas podem danificar a respiração celular, causar enfermidades diversas, o que inclui o câncer.

Há muitas coisas que podemos fazer para eliminar esses venenos do seu corpo. Mas removê-los de sua alimentação é muito importante.

Assim, estamos em uma campanha permanente em busca da alimentação natural e orgânica, em São Luís.  Nós tem os uma equipe que pode ir na sua casa fazer a sua horta doméstica. Ligue! 98 98888 3372.

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A cura e a saúde pela Natureza. É o novo curso no Panakuí

Ha anos estou mergulhado nos assuntos da ecologia. Estudo o tema, coleciono conteúdos e experiências. Nos últimos sete meses, por conta de um problema de saúde, mergulhei no tema Saúde ecológica.

Descobri um mundo incrivelmente belo – mas incrivelmente escondido – que envolve a alimentação natural, a alimentação crua, a interação com as forças da natureza, visando a recuperação da energia vital do organismo.

Recolhi um material precioso. São Livros, relatos de experiências, vivências com pessoas que vivem a temática da saúde ecológica, de São Luís, do Maranhão, do Brasil e de outros lugares.

Esta experiência, que em breve será publicada em livro, é que vou compartilhar com as pessoas, neste curso.

Falaremos, nos dias do evento, no tema A Cura e a Saúde pela natureza, ou como prevenir e tratar doenças.

Após o curso, o Sítio Panakuí passará a funcionar como o primeiro Centro de Naturopatia do Maranhão.

Vagas limitadas. Participe! 98 98888 3372

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Resíduo zero no Cohatrac: a estratégia de ocupação das praças

Uma animada oficina resíduo zero aconteceu no Cohatrac, o bairro onde as lideranças estão mobilizadas na ação para a reconquista das praças da área.

O movimento tem coordenação, encontros periódicos e organizam eventos culturais na praça.

A oficina foi realizada em um espaço fechado, por conta da agenda das pessoas, mas as próximas ações terão como palco a Praça das Árvores, talvez a mais bela praça de São Luís.

Da oficina participaram pessoas de várias localidades, a maioria mesmo do Cohatrac, todas envolvidas com a temática ecológica.

Como desafio, definiu-se pela aplicação da metodologia resíduo zero também

no movimento das praças, com a construção de canteiros coletivos, cultivos de plantas e até a implantação de uma feirinha coletiva, nos finais de semana.

Em breve a turma desembarcará no Sítio Panakuí, para um mergulho na vivência ecológica.

Nós encontramos a solução para a crise hídrica de São Paulo

Em 12 anos de pesquisas, no Panakuí, conseguimos encontrar a solução para a crise hídrica de São Paulo, do Brasil. Com a preservação da floresta, a proteção do solo, o aproveitamento inteligente da água da chuva, conseguimos manter abastecidos os reservatórios subterrâneos e assim garantimos a água doce em grande quantidade na área do Sítio.

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Antes, como a área havia sofrido com queimadas, não tinha água. Foi preciso esperar o crescimento das plantas. Controlamos a corrida da água, com a construção de pequenas barragens, algumas valetas controladas.

Também aproveitamos a água dos telhados, coletando em alguns tanques de barro. A terra tornou-se porosa e a água não corre livre, mas infiltra-se com facilidade.

Na área mais baixa, construímos alguns tanques, que servem para  banhos e para a criação de peixes orgânicos.

Sim! Nós encontramos a solução para a falta de água em São Paulo e em outras cidades brasileiras. Precisamos garantir as áreas de florestas, É preciso conter a impermeabilização do solo, evitar a erosão.

Querem comprovar o que está acima? Venha nos fazer uma visita no Sítio Panakuí!

Lançado do desafio resíduo zero na Cohama

Mais uma oficina São Luís resíduo zero realizada. A última aconteceu na Cohama, na casa do sábio Aldenor Batista Gomes, na última segunda-feira.

Com a participação de pessoas de várias localidades, todas envolvidas com o tema ecologia, mobilizou o imaginário e várias estratégias já estão em geração, como o movimento de Ecologia e Capoeira. Um grupo de capoeirista, liderado pelo Aldenor Júnior e Wemerson, os quais estão projetando uma ação ecológica mobilizando os capoeiristas da cidade.

Já o senhor Valdir saiu do encontro animado com a realização de uma oficina ecológica na Área do Irapiraco, onde reside em um sítio.

Já o sábio Aldenor Gomes, que possui um conhecimento enciclopédico sobre o tema, está fazendo um sítio ecológico intuitivo na sua casa, onde cultiva uma bela horta, trabalha com a reutilização de madeira e cria equipamentos.

Sim, a Cohama está com as sementes do desafio Resíduo Zero bem plantadas.

E ainda temos, nesta fase, 12 oficinas para serem realizadas, com a formação de 240 multiplicadores apenas em São Luís.

DSC08943 DSC08976 DSC09002 DSC09003Mais informações: Semmam 98 3217 4080 e no email: residuoorganicozero@yahoo.com.br

Oficinas resíduo zero estão se espalhando pela cidade

Como reduzir o desperdício de recursos? Como aproveitar a sobra de comida? Como transformar resíduo orgânico em horta doméstica?

Estas são as perguntas que tratamos na oficina do projeto São Luís Resíduos Zero. Foram realizadas três oficinas: No Diamante, na Jordôa, no Jaracaty.

Cada participante recebe, ao final da oficina, um kit orgânico e pdoerá, com as informações recebidas, atuar como empreendedor, gerando qualidade de vida e renda para a sua família.

A próxima será na segunda-feira, na Cohama. Mais informações:

(98) 3217 4080 (SEMMAM) e pelo e-mail: residuoorganicozero@yahoo.com.brDSC08748 DSC08767 DSC08844

Resíduo Zero no Jaracaty

A mais ousada ação de limpeza pública está em curso na cidade de São Luís. Trata-se da campanha Resíduo Orgânico Zero. Nesta segunda-feira realizamos a terceira oficina do projeto, no bairro Jaracaty, na Escola municipal Pedro Bertol.

Com a participação de 20 pessoas, a maioria professoras e servidores da escola, discutimos o envolvimento cidadão na redução do resíduo orgânico na localidade.

Caso a campanha aconteça nas escolas, em breve teremos centenas de centros  mobilizados para a ação que evita o desperdício de alimentos, com o estímulo à produção de adubos e a criação de hortas.

Na escola municipal a sobra da comida está sendo reaproveitada. Todo o resíduo da cozinha é doada para um criador de animais.

Na comunidade, construída em área de mangue, quase não há quintal. A alternativa seria a construção de canteiros suspensos e a plantação em pequenos recipientes.

Em breve as professoras da escola visitarão o Sítio Panakuí, onde farão a vivência Ecologia e Estresse.

Cada participante ganhou um kit orgânico.

Venha e seja mais um multiplicador da tecnologia que transforma desperdício em renda. Solicite uma oficina e inscreva- através do telefone 98 3217 40 80 (SEMMAM) e email: residuoorganicozero@yahoo.com.brDSC08837 DSC08844 DSC08854 DSC08883

Resíduo orgânico zero. Lançado o desafio na comunidade Jordôa.

Com a participação de um seleto grupo de 20 pessoas, foi realizado ontem, quinta-feira (22.01) a segunda oficina do projeto São Luis resíduo zero. O evento aconteceu no bairro JordôDSC08800 DSC08826a, na sede da Associação dos Moradores da Quinta dos Machados.

O projeto pretende formar, até o final de fevereiro, 240 multiplicadores da metodologia desenvolvida no Sítio Panakuí, baseada na pratica da micro compostagem, a partir da utilização do kit orgânico Panakuí, um pequeno aparelho que permite reaproveitar 100 do resíduo doméstico, transformando-o em adubo orgânico sólido e líquido.

Por mais de seis horas os participantes trocaram ideias e discutiram as tecnologias que podem melhorar a vida na cidade, com a criação de pequenas hortas nos quintais, o aproveitamento das sobras da alimentação em receitas, o aproveitamento dos ossos, das cascas de ovos e do pó de café, entre outros.

O desafio agora é a transformação da localidade em mais um espaço dedicado ao reaproveitamento do resíduo. Nós vamos fazer hortas nos quintais e aproveitar os espaços verdes existentes na localidade.

Ao final todos os participantes receberam um kit orgânico Panakui. A próxima oficina será na localidade Jaracaty. Os interessados podem fazer a inscrição e obter informações através do e-mail residuoorganicozero@yahoo.com.br. , ou pelo fone 98 3217 4080.

Avante!!

Oficina resíduo zero é realizada na reserva ambiental do Diamante.

Um dia dedicado à ecologia. Assim foi a primeira oficina resíduo orgânico zero, promovida pela Prefeitura de São Luís, no Bairro Diamante, realizada nesta terça-feira, 20.01.

A Associação Lapidando o Diamante e Sítio do Meio convocou os seus associados e receberam a oficina. Na abertura, o secretário de Meio Ambiente, Marco Aurélio, ressaltou a importância do evento, que foi realizado na área verde que está sendo transformada no Parque Ecológico do Diamante.

Durante a oficina, apresentamos a tecnologia Kit Orgânico Panakuí, a composteira artesanal, o secador artesanal e outras tecnologias voltadas ao beneficiamento do resíduo orgânico, principalmente o doméstico.

Os participantes receberam também informações sobre a horta doméstica, o canteiro suspenso, a horta em  pequenos recipientes, como baldes e outros.

Ao final os participantes receberam um kit orgânico, para usarem nas suas casas e também para fazerem a ação empreendedora, transformando resíduo orgânico em horta e aumentando a renda da família. Nesta quinta feira a próxima oficina será na comunidade da Jordôa.

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“Programa Lixo Orgânico Zero” será lançado pela prefeitura de São Luís hoje às 15 horas na Associação Comercial

A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), lança nesta quarta-feira, (17.12), a partir das 15 hs, no auditório da Associação Comercial, o projeto “São Luís Resíduo Orgânico Zero”, que será executado por meio de oficinas realizadas em áreas pré-selecionadas da capital e que tem por finalidade o tratamento de resíduos sólidos domiciliares por meio de um sistema de micro-compostagem.

lixo organico zero

De acordo com o secretário da Semmam, Rodrigo Maia, a implantação do “São Luís Resíduo Orgânico Zero” vai contribuir para que o município avance na gestão sustentável de resíduos. “A geração de resíduos orgânicos causa grandes problemas ambientais, como a disposição inadequada em lixões que contaminam o solo, recursos hídricos e saturação dos aterros sanitários”, explica.

Nas oficinas do projeto será trabalhada a micro-compostagem desses materiais, como forma eficiente de reaproveitar os resíduos, diminuindo a presença deles nos lixões a céu aberto ou aterro sanitário, promovendo uma nova utilização através de sua transformação em adubo orgânico seco ou umidificado.

Kits Panakuí e Resíduo orgânico zero

Durante o lançamento do projeto, que acontece dia 17 de dezembro, no Auditório da Associação Comercial do Maranhão (ACM), o jornalista e ecologista, Moisés Matias, fará uma palestra tendo como foco a metodológica que será aplicada nas oficinas do “São Luís Resíduo Zero. O Kit Panakuí foi desenvolvido no sítio do pesquisador. Também serão distribuídos kits contendo o projeto da Semmam, camiseta da ação, cartilha e sacolas para uso em veículos.

moisésSegundo a superintendente de Planejamento da Semmam, Rosirene Lima, após o lançamento do projeto, começam as oficinas. As comunidades dos bairros Jaracati e Diamante serão as primeiras a receber a ação. “O critério para a participação nas oficinas, são pessoas que possuam quintais (não cimentados), já que parte da compostagem utilizará a terra para a decomposição”, explica.

Para a superintendente, o projeto atenderá de forma satisfatória a redução em longo prazo, tomando como premissa que cada cidadão é um polo gerador de resíduo doméstico. O resíduo gerado será transformado em adubo orgânico a ser utilizado em hortas caseiras, jardins ou para ser comercializado.

da Redação

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