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Tem 04 vagas liberadas para o curso Ecologia e Criatividade

Quem quer fazer um curso especial, Ecologia e Criatividade, estratégias para uma vida sustentável, neste final de semana, com tudo pago?
Serão três dias de imersão, no Sítio Panakuí, com alimentação e tudo o mais, de graça para os selecionados
Os vereadores Honorato Fernandes e Bárbara Soeiro estão patrocinando a participação de 04 pessoas no curso.
Você só tem que mandar um currículo resumido para o e-mail: moises-matias@ig.com.br e dizer:

“Eu quero fazer o curso Ecologia e Criatividade!”
Manda aí que que falta só você!

DSC07007O resultado sai até ás 16 horas.

Bárbara Soeiro fará curso Ecologia e Criatividade

“Eu também farei este curso”. De forma enfática a vereadora Bárbara Soeira garantiu a sua participação no curso Ecologia e Criatividade, estratégias para uma vida criativa e sustentável, que realizaremos no Sítio Panakuí, nos dias 09, 10 e 11/08.
Bárbara Soeiro esclarece: “Preciso do contato com a natureza e aproveitarei os três dias do curso para recarregar as baterias, preparando-me para as ações parlamentares na câmara de São Luís”.
Além da vereadora Bárbara Soeiro, outras três pessoas, da sua equipe de trabalho e aliados, farão parte da primeira turma de 30 cursistas, formados na tecnologia Ecologia e Criatividade, no laboratório Intuitivo Sítio Panakuí.
E ainda há vagas disponíveis. Aproveite e reserve a sua pelo fone (98) 8888 3372.

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Felicidade Interna Bruta, tema do Inspirar.

Hoje foi um dia inspirador. Na manhã, uma entrevista ao amigo Cidinho Marques, sobre o tema Felicidade Interna Bruta (FIB). O programa Inspirar, veiculado pela TV Guará, canal 23, é apresentado pelo estudioso, o educador Cidinho Marques.
Há cinco anos desenvolvi e venho aplicando um método inovador que ativa várias dimensões da experiência humana no espaço ambiental, o método de ativação do sítio ecológico intuitivo.
É algo parecido com a ativação da Felicidade Interna Bruta (FIB). Desenvolvida no pais Butão, situado no Himalaia, que desde 1972 usa o indicador como alternativa ao indicador Produto Interno Bruto (PIB).
Butão é o único país no mundo que considera a felicidade como riqueza nacional. Este foi o tema do programa, que será veiculado no dia 29.04.
As pessoas interessadas na ativação do seu sítio ecológico intuitivo podem vivenciar a experiência no Sítio Panakuí, espaço ecológico onde foi desenvolvido o estudo.
Com base no estudo, nos dois livros publicados, agora estamos implantando a Rede Sítios Ecológicos, no Maranhão, com a propagação também da Universidade Livre Panakuí, que em breve será lançada em um grande evento, em São Luís. (98 8888 3372).

Na foto, Cidinho Marques,com um amigo sábio ancião, no sítio ecológico da família Marques, em Barro Branco, em Buriti de Inácia Vaz.
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Panakuí no Maranhão Rural

Neste domingo, a partir das 09:hs, o programa Maranhão Rural, veiculado na Tv Difusora, apresentará uma reportagem especial sobre as descobertas do Sítio Panakuí, o projeto que é um laboratório ecológico voltado à ativação da Felicidade Interna Bruta (FIB).
Na coordenação do programa Maranhão Rural está o experiente articulador Messias vilar, que a duas décadas carrega o Maranhão Rural, tendo produzido centenas de programas sobre a realidade do Maranhão Rural.
A repórter que faz a reportagem é a Olívia de Araújo.
O programa, que será veiculado para todo o Maranhão, mostrará, entre outras coisas, como fazer uma ração ecológica para aves, aproveitando os produtos locais. Mas também tratará do aproveitamento da água da chuva, da casa ecológica, entre Não perca! Será neste domingo, a partir das 09:00 hs, na TV Difusora.outros.

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As sementes do sítio ecológico estão por toda Santa Inês

Em Santa Inês a ecologia foi o tema da discussão, na tarde de sexta, no dia de sábado. Na palesta, no final da tarde de sexta, uma atenta platéia assistiu a apresentação, com o título Santa Inês, o Sítio Ecológico e a Felicidade Interna Bruta (FIB).
Durante o sábado, das 08 às 17 horas, um seleto grupo,entre estudantes, produtores, professores e gestores públicos, participou da vivência ecológica.
A cidade de Santa Inês, que se destaca como centro comercial da região, foi impactada pelo debate da ecologia, nos jornais das televisões locais, nas entrevistas que foram veiculadas sobre o tema, nos meios de comunicação.
Reaproveitamento do resíduo orgânico, hortas domésticas, valorização dos quintais, produção de mudas e plantas ornamentais, produção de alimentos,entre outros, foram debatidos.
As sementes dos sítios ecológicos foram semeadas nos corações e mentes da gente de Santa Inês. O projeto da campanha Santa Inês Resíduo Orgânico Zero foi entregue à prefeitura.
Francisco de Melo (Bill), secretário de Meio Ambiente da Prefeitura, participou da vivência ecológica e em breve visitará o Sítio Panakuí.
Edson Lima, produtor de plantas e ecologista, continuará o trabalho que já realiza na região, produzindo mudas e fazendo jardins, mas agora tem um grupo de aliados, em Santa Inês e, através do Sítio Panakuí, em outros paragens do Maranhão e do Brasil.
Agradeço à parceira Regina Celi, às estudantes Maria da Conceição, Antônia, Francidalva, Márcia, Elizane, Adriana, Ana Cícera, Ildenê, Deuza, Fátima, Natália, Márcia e aos amigos Ismack e Fred Ruan. Os contatos imediatos foram feitos. Na próxima visita, iniciaremos a implantação da rede de sítios ecológicos em Santa Inês.
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Sítio Ecológico aporta em Santa Inês

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Na chegada de Santa Inês, na rodoviária da cidade, fui recebido pela professora Regina Celi, coordenadora do evento. Começa agora a ação local, com a realização dos contatos com entidades, prefeitura e demais interessados no tema Sítio Ecológico.
A turma do 4. período de Pedagogia, composta por Ismack, Adriana, Natália,Ana Cícera, Maria da Conceição, Francidalva, Antonia, Elizane, Ildener, Márcia e Maria Deuza, organizam a atividade.
“Está tudo preparado para a palestra e o lançamento do livro, na sexta-feira, a partir das 16 hs, no auditório do Centro de Estudos Superiores de Santa Inês, da UEMA”, informa Regina Celi.
No sábado, no Sítio do Sr. Juvenal, situado no bairro São Benedito, acontecerá a Vivência Ecológica. As pessoas interessadas poderão entrar em contato com Ismack, através do telefone 8161 8812.

Vivência ecológica em Santa Inês, Sábado, 02.02

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Moisés Matias F. de Sousa, jornalista, escritor, autor do livro Sítio Ecológico, um guia para salvar a terra, formulador da metodologia Sítio Ecológico Intuitivo, que visa despertar nos participantes da vivência o Eu ecológico Profundo, tendo por base a matriz cultural original de cada pessoa.

Onde a vivência será realizada
Em Um sítio ecológico, situado no município. Trata-se de uma área onde residem famílias e que desenvolvem atividades agrícolas tradicionais, como a criação de galinha caipira, a produção agropecuária básica.
O local funcionará como um Laboratório de ecologia intuitiva, onde serão desenvolvidas atividades práticas com casa ecológica, banheiro ecológico, galinheiro ecológico e outras estruturas voltadas à vivência da ecologia. Para os participantes das vivências, o local funcionarácomo uma espécie de museu, o que permite o transito por várias dimensões ecológicas.
Como funciona a vivência
A vivência é voltada ao despertar dos sentidos, da emoção ecológica de cada pessoa. Durante um dia, das 08:30 às 17 hs, a pessoa permanece no local, participa das atividades, sendo estimulado a sentir a ecologia, ao tempo que vivencia, com café da manhã ecológico, almoço ecológico, mas também reaproveitando o material orgânico produzido durante o dia.
Fundamentos da vivência
Procura-se demonstrar o valor do paradigma tradicional para a valorização da ecologia intuitiva. Ao entrar no portão do sítio, a pessoa é estimulada a viver um dia de ecologia em um território ecológico, ao tempo que se repassa a mensagem de que o dia poderá serampliado para as suas c asas, seus locais de trabalho.
As dimensões ecológicas são repassadas sem que haja a idéia da fragmentação do conteúdo. O instrutor procura interferir ao mínimo no conteúdo da vivência, apenas servindo de guia de conteúdo que cada pessoa carrega da sua infância, do seu imaginário.

Custos:
01 – Custo da vivência: R$ 30,00/Pessoa .
02 – Para a realização da vivência o agente responsável viabilizou um espaço ecológico tradicional (um pequeno sítio situado em local de fácil acesso e com uma estrutura básica de apoio).

Maria Amélia, sábia naturalista que cultiva plantas e cuida de vidas.

Estou feliz. No domingo recebi a visita da Maria Amélia Teixeira Lima, naturalista e ecologista. Ao final da visita ela pediu um galho de uma planta da nossa horta doméstica. Rapidamente peguei a muda, um ramo de Alfavaca, entreguei em suas mãos e tratei de registrar. É uma honra doar um galho de planta para a Amélia, grande autoridade, quando o assunto é planta, seja ela para condimento, chá e outro tipo de preparado natural.
Maria Amélia é uma mulher dotada de uma sabedoria rara: possui uma sensibilidade tão aguçada que desconfio que ela se comunica com as plantas – ou as plantas e que falam com ela.
Autodidata, seu conhecimento enciclopédia resulta da união da intuição, da sensibilidade para as coisas belas e sensíveis. Sua escola é a vida, uma vida muito simples, cheia de batalhas, com algumas vitórias.
Há 62 Amélia nasceu no interior de Tutóia, no povoado Tamborim, mas cresceu em Barreirinhas, na localidade Tiúba. sua mestra maior foi sua mãe, Rosa Pereira. Aos 08 anos fez o primeiro canteiro. E não parou mais de cuidar de plantas. Ou de ser cuidada por elas.
Amélia é uma sábia. É terapeuta natural e faz chás, xaropes, lambedores, garrafadas, comprimidos e pomadas. Em seu pequeno quintal, situado no coração de um dos bairros mais violentos de São Luís, o Barreto, Amélia cultiva dezenas de plantas, entre macaxeiras, batatas, mostarda, guiné, pariri, cararucá e outras.
Na sua casa as plantas estão espalhadas pelos diferentes espaços, como folhas secas, ramos, pós e raízes. Mas Amélia anda desmotivada. A sua rua não foi beneficiada com uma reforma que ocorreu no bairro. O esgoto continua correndo na porta. E ainda há o problema crônico da violência.
“Estou mudando daqui para um Sítio maior,o terreno está pequeno e quero plantar mais mangas, goiabas e outras plantas”.
Amélia faz parte da legião de mulheres sábias do Maranhão e do Brasil que fazem um trabalho notável, em benefício da saúde alternativa, da ecologia, da cultura tradicional, mas que são ignoradas pelos governantes, pela oficialidade.
Entre os muitos trabalhos realizados por Amélia, que há anos faz a multi-mistura, na Pastoral da Criança, está a compra de sementes de abóbora, na feira do João Paulo. Então ela torra com carinho, passa no moinho e entrega à clientela um vermífugo natural com amplo efeito.
E eu, que dei um pequeno ramo de planta, volto para casa com mudas de plantas raras, como a Mira e alguns metros de uma rama de batata doce que vai direto para o solo do Panakuí. Como é especial a minha amiga Maria Amélia Lima. DSC05678

O Maranhão possui milhares de sítios ecológicos, um patrimônio de grande valor. Veja a entrevista à programa Orgânica, da Universidade FM

Ouçam a entrevista concedida à Rádio Universidade, ao programa Orgânica, sobre Sítio Ecológico, o projeto que ativa a Felicidade Interna Bruta (FIB), que muda a vida, com sustentabilidade e qualidade de vida.


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Quatro jovens e o destino Panakuí

Eles chegaram ao Sítio Panakuí através do Rafael, que participara de uma vivência, dias antes. No último final de semana Rafael, Tiago,Lucas e Felipe aportaram no Sítio Panakuí e iniciaram uma formação especial na metologia Sítio Ecológico Intuitivo.
Foram dois dias de conversas, caminhadas, trocas. São jovens, querem um mundo melhor, uma sociedade sustentável e solidária. Através do Sítio de Inteligência Alternativa (S.I.A) Panakuí, queremos provar que é possível fazer o novo.
A realidade não é favorável ao processo de mudança. Mas há aqueles que acreditam que a mudança começa no espaço local, não pede licença e vem rompendo as barreiras e se impondo. Sim! Devemos fazer a nossa parte!.
Além do conteúdo, registrado nos livros Sítio Ecológico, um guia para salvar a terra ,Ecologia e Criatividade, os 04 jovens visitarão em breve a Ilha do Amanhã, em uma viagem ecológica radical; conhecerão os parceiros do projeto Panakuí, como Veneraldo Costa e seu biodigestor celular; Manoel Campanhã, o fazedor de hortas e jardins artísticos.
Na manhã de domingo o grupo conheceu o Sítio Alimentum, do professor Altamiro, o único produtor orgânico certificado do Maranhão, e o sítio do seu Raimundo, um espaço ecológico em um conceito tradicional.
Ao grupo Rafael, Tiago, Lucas e Felipe, em breve se juntarão outros e outras ecologistas radiciais que estão se integrando ao projeto Panakuí, vindos dos diferentes municípios do Maranhão e de outros estados, como Acre, Rondônia, entre outros.

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Sitio Panakuí na palestra Sustentabilidade, da escritora Ana Maria Brasil

Uma palestra ilustrada com sabedoria, exemplos, lições. Uma platéia selecionada e atenta. Assim foi a conferência Sustentabilidade, passaporte para o Século XXI, da escritora e pesquisadora Ana Maria Brasil, realizada na noite de ontem, no auditório 400 anos, na Feira do Livros. Autora de vários livros, Ana Maria Brasil realiza um importante trabalho educacional, no Brasil, na área da Educação ambiental, realizando cursos especiais e treinamentos para instituições públicas e privadas.
Uma senhora gentil e atenciosa, que ouve atentamente os que a procuram para alguma prosa. Foi assim a nossa conversa, minutos antes da palestra. Rapidamente eu apresentei o projeto Sítio Ecológico. Havendo tempo, talvez a escritora e sua equipe faça uma visita especial ao Laboratório de Ecologia Intuitiva Sítio Panakuí. Mas ela prometeu: “Irei olhar tudo com muita atenção e lhe darei uma resposta a esta nossa curta, mas esclarecedora conversa”.

Sítio Panakuí firma parceria com Rede de Permacultura Brasileira


É com alegria que informamos a parceria do projeto Sítio Panakuí com a Rede Social de Permacultura Brasileira (PSB). Agora os meus livros estão publicados na página da rede e disponíveis para todo o país. Em alguns dias já recebi diversas solicitações para a compra de livros.
Criada e dirigida por Ricardo Bortolato (Semealuz), aquele que Semeia luz no planeta, une pessoas, compartilha conhecimento, cuida da terra,
a rede PSB articula uma diversificada gama de ativistas e atividades, com seus 4.631 membros por todos os estados brasileiros e em vários países.
Na rede estão 34 grupos, há 577 vídeos e inúmeras iniciativas dedicadas ao que há de melhor da lida ecológica.
A Rede PSB é uma rede social voltada para estudantes, professores, pesquisadores e amantes da natureza. Sua interface se baseia no conceito de Web 2.0: cada internauta é potencialmente um produtor de conteúdo. O objetivo da PSB é oferecer o melhor espaço possível para o estudo e a divulgação da Permacultura.
Na rede PSB publica-se textos, fotos, vídeos, fica-se informado, escuta-se música, acompanhe-se vivências. Veja um voluntário e troque idéias com os demais membros. http://permacultura.br.ning.com/profiles/members/
No meu blog pessoal, na rede PSB, passo a publicar textos exclusivos, diretamente do Sítio Panakuí.

Da. Vicentina, a Cora Coralina da Permacultura, visita o Panakuí

Neste sábado, 24, recebi no Sítio Panakuí uma pessoa muito especial: a anciã Vicentina Gomes Shimpo, 75 anos, que reside em Luziania/Go, onde luta para preservar o Cerrado. Ela já plantou, com as próprias mãos, mais de 3.000 árvores.

Foi através do Ricardo Semealuz, da rede PSB, que D. Vicentina tomou conhecimento do Sítio Panakuí.
Nos encontramos, nos apresentamos e passamos o dia na companhia de um grupo de jovens, em uma vivência ecológica.
D. Vicentina é a Cora Coralina da ecologia. Com as mãos calejadas, luta para salvar as plantas e melhorar a vida no planeta.
Ela chegou no Sítio Panakuí  como aluna, mas a sua presença encheu o nosso espaço com a sabedoria e a serenidade.
Na terra onde vive, um sítio com pouco mais de 100 ha, cercado de fazendas de gado e de plantações de soja, ela conserva a vida, preserva os animais nativos e resiste às dificuldades semeando, roçando e criando galinhas.
Sua fala é pausada e leve. Uma anciã que dá gosto chamar de Vozinha. Eu, que não tenho mais avós, a abracei como se a conhecera desde criança.
Quantas sábias vicentinas existem neste Brasil, ecologistas intuitivas que resistem aos moinhos destruidores, sem ter a quem recorrer na sua luta pela preservação da vida?
Uma sábia senhora que, com sua luta solitária, mostra que sim, devemos nos unir cada vez mais na batalha pela vida saudável no nosso planetinha.
Ainda alguns dias ela passará em São Luís, onde visita um filho. Não sei exatamente o que fazer, nem como, mas devemos ajudar Dona Vicentina na sua luta em defesa da natureza, lá no Goiás, estado onde mais avança as monoculturas devoradoras do Cerrado, as grandes plantações movidas a agrotóxico.
Dona Vicentina é uma enciclopédia viva dos saberes tradicionais, enredo herdado das grandes tradições. É uma ecologista, uma permacultora, uma guerreira. Seu sítio precisa ser conhecido pelo Brasil. Seu trabalho e seu exemplo merecem a nossa admiração.

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Projeto convoca para a revolução da micro-produção de energia alternativa.

Faça da sua casa uma usina de energia. Produza gás, em pequena escala. Produza adubo e fertilidade. Retire o que sobra e reaproveite. Evite o desperdício. Combata o lixo. Ou melhor, não existe lixo. É tudo uma questão de energia.
Esta é a síntese do projeto lançado hoje, pelo inventor Veneraldo Costa. Simplesmente Revolucionário. Mostra que o Maranhão, com a biomassa que possui, é mais rico que qualquer potência de petróleo. Então, minha gente, vamos conhecer o projeto Biodigestor Celular. E produzir a nossa energia, o nosso gás.

O projeto é muito simples. É a releitura de algo conhecido há milhares de anos, a produção de gás e energia através do biodigestor. Mas muda o enfoque. Muda o olhar, Muda a estratégia. Agora, quando se fala nas grandes barragens, nas usinas gigantes, Veneraldo Costa mostra, com o seu projeto, que a energia alternativa está em todo lugar, inclusive no lixo doméstico.

Quando muito se fala no pré-sal, ou seja, na extração de petróleo abaixo da camada de sal, abaixo da terra uns sete mil metros, Veneraldo chega e diz: “Podemos produzir gás deste material aqui, que existe em todas as casas”.

E os equipamentos podem ser feitos com mangueiras simples, com pequenos baldes de plástico, até com garrafas pets. Mas não se inviabiliza a produção de energia em uma escala maior, em um grande fazenda, por exemplo.

Acorda Maranhão!!!

Acorda Brasil!!!

Venham ver e aprender como fazer energia e gás, na varanda. Sim, esta é a mensagem que Veneraldo nos dá, com sua usina de gás instalada em uma sala com 04 metros de largura.

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Inventor desenvolve biodigestor em células e transforma resíduo orgânico em energia e gás.

Uma descoberta muito simples pode mudar a forma como percebemos os resíduos orgânicos, em São Luís e no Maranhão. Veneraldo Pereira Costa, mestre em química e inventor, desenvolveu um biodigestor que pode ser adaptado em qualquer espaço, na residência urbana ou no sítio rural, aproveitando os resíduos orgânicos domésticos, a sobra de comida e  os dejetos humanos, extraindo do material o gás metano, para a produção de fogo, e  biofertizante para adubar as plantas.

Com uma pesquisa inicial realizada com estudantes do ensino médio, feita com garrafas pet, os estudos avançaram e agora Veneraldo Costa está com um laboratório montado em sua residência, situada no bairro Mauro Fecury, onde os visitantes poderão conhecer o invento e até desenhar o biodigestor adequado às suas necessidades.

Somente em São Luís são produzidos, diariamente, cerca de 500 toneladas de lixo orgânicos doméstico, um prejuízo estimado em um milhão de reais, dia, para o produtor, ou seja, os moradores de São Luís. Toda essa matéria acaba nos lixões da cidade, causando danos à saúde, à natureza. Outras 500 toneladas de dejetos humanos escorrem, todos os dias, para as canais de água e esgoto e findam na orla marítima, poluindo as lindas praias da cidade.

Com a implantação e a difusão do Biodigestor Celular, do inventor e parceiro do Sítio Panakuí, Veneraldo Costa,  os resíduos orgânicos e os dejetos humanos se transformam em biogás, para alimentar fogões, carros e máquinas diversas, e em biofertizantes.

Nesta sexta-feira, 23.11, a partir das 10:hs, Veneraldo Costa fará uma demonstração do Biodigestor Celular para a imprensa, no seu laboratório. Os interessados podem entrar em contato com o inventor através dos telefones (98) 3273 25 22 e (98)8129 0180.

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Por Moisés Matias

Um telhado novo para a casa Panakuí

Em breve anunciarei a Telha ecológica mais barata do Brasil.

Tentei concluir o projeto ainda em 2012, mas a verba não saiu e estou adiando para o início de 2013. Cobrir casa é uma necessidade. Todos queremos uma casa confortável e bela, coberta com telhas, gramas, lajes, cavacos, fibras, palhas e outros materiais.

No Panakuí, começo amanhã, 15.11, a reconstrução do telhado da nossa casa. A lua está no ponto escuro, o que indica que a palha da palmeira de babaçu pode ser extraída. Cinco homens estarão com a missão de extrair a palha.

Munidos de uma grande vara de bambu – conhecida também como taboca -, subirão nas palmeiras para cortar, riscar e carregar 1.300 palhas, as quais serão tratadas com um remédio especial, para que durem mais e resistam aos cupins e outros insetos.

Até o final do mês as palhas formarão o telhado da casa panakuí. Em dois dias, o telhado (12X20 mts) receberá as palhas. É a terceira vez que cobrirei a casa com palha de babaçu. O telhado ficará novo e lindo.

Mas o próximo será coberto com a telha ecológica mais barata do Brasil.

Aguardem a Telha Panakuí!

Moisés Matias

Moisés Matias

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Léo Costa, prefeito eleito de Barreirinhas, desenha um futuro sustentável para o município.

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Na tarde de hoje, 09.11, tomei um café da casa do amigo e parceiro Léo Costa, um visionário que se  dedica à construção de estratégias para as grandes batalhas.

Sua última vitória aconteceu na cidade de Barreirinhas, onde nasceu, no ano de 1946. “Nasci na Rua da Bandeira, 42, no centro de Barreirinhas”. Mas em  outubro de 2012 Léo Costa renasceu politicamente ao se eleger prefeito da sua cidade, derrotando os escroques que dominavam a política local, na mais sensacional virada política da eleição do Maranhão.

“Nossa vitória representa a retomada da agenda do desenvolvimento local sustentável”, defende o estrategista.  Sim, a retomada. Sociólogo, defensor da ideologia paulofreireana de que se deve estar ao lado do povo, há exatos 20 anos foi prefeito de Barreirinhas (1989-1992). E foi um administrador do estilo Pés descalços, que defendeu o modo de vida barrerinhenses, apoiando a agricultura tradicional, a criação de bodes, a comercialização da castanha do caju e o beneficiamento de outros produtos locais, o que inclui os primeiros impulsos ao turismo.

“Nós queremos resolver o problema do lixo em Barreirinhas, gerar renda para a população local, estimular a produção nos pequenos locais, como as horta urbanas, fazer o museu da cultura tradicional, implantar a escola de música, criar o selo do produto regional….”  A lista parece interminável. Mas a batalha maior é evitar a entrada das monoculturas predatórias da soja, do eucalipto, no território de Barreirinhas.

Mas Léo Costa, um criador de soluções, não economiza na construção dos sonhos. Reunidos com os amigos Raimundo Palhano e Hiroshi Matsumoto, da sua esposa,  Sandra Torres, e com a minha participação extemporânea, no início da conversa , ele começa a desenhar  o futuro que espera construir na cidade que lhe viu nascer e que agora lhe dá a honra de administrar.

E neste enredo o Projeto Sítio Ecológico Panakuí é um elo importante. Nas palavras do prefeito eleito de Barreirinhas, ” O Panakuí é o lugar onde a Agroecologia é levada às suas últimas e boas consequências”.

Moisés Matias