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Nós fazemos sua horta doméstica

Estamos concluindo uma brigada ecológica para ocupar a cidade. Um carro kombi, cheio de novidades, em breve circulará pela cidade com as campanhas, as ações, as palestras, os livros e tudo o mais. Trata-se da Caravana Ecológica Panakuí, uma estratégia que usaremos para levar as iniciativas ecológicas até a sua casa.

Estamos com muitas mudas, sementes, um cardápio com várias ações, todas passíveis de serem replicadas em pequenos espaços, como na varandas e nos pequenos quintais.

Assim, implantamos a campanha Resíduo orgânico zero, ampliamos a rede sítio ecológico urbano, fazemos a micro-horta e outras ações. 

Em breve lançaremos uma grande ação voltada à difusão das terapias ecológicas. Mais uma ação realizada através da Universidade Livre.

Abaixo, as fotos da nossa horta urbana, feita uma área de 40 mt 2.

Vamos fazer a horta urbana? Liga que nós vamos aí na sua casa! 98 8888 3372

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Kit Panakuí, a tecnologia que transforma a cidade em uma grande horta

O kit Panakuí é uma tecnologia intuitiva que impulsiona o aproveitamento sustentável do resíduo orgânico doméstico. Trata-se de um recipiente de alumínio, com capacidade para 20 litros, para ser mantido nas casas com quintal.
É uma lixeira doméstica para resíduo orgânico, com um filtro e uma torneira, mantido com água e que recebe o resíduo orgânico – a sobra da cozinha, como cascas e o excedente das refeições.
Após os seis dias, o material líquido é recolhido, misturado à água, na proporção de 01X30 e usado para molhar as plantas. O resíduo molhado que fica no recipiente é então levado para a micro compostagem, feita no quintal.
Após um período de 40 dias, adiciona-se as minhocas e mais uns vinte dias estará pronto para ser usado como composto orgânico nas plantas e na horta doméstica.
O processo é reiniciado toda semana.
O equipamento é uma utilidade doméstica e queremos fazê-lo presente em todas as residências de São Luís, do Maranhão e do Brasil. Com o Kit Panakuí não se joga mais dinheiro fora. O resíduo orgânico é a sobra da comida que foi comprada. É dinheiro.
Assim, além do reaproveitamento do resíduo orgânico doméstico, estaremos assegurando a existência da horta doméstica nos quintais, nas varandas e nas áreas livres das casas.
Estamos aceitando encomendas. Em São Luis o equipamento será entregue nas casas por R$ 100,00, com direito a orientação do uso.
Mais informações: (98)8888 3372

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Moisés Matias

Lançamento da nova versão do Kit Panakuí

O novo modelo do Kit Orgânico, a versão definitiva, em alumínio, está sendo lançada na Conferência Estadual do Meio Ambiente, que acontece no Centro de convenções Pedro Neiva de Santana.
O kit orgânico Panakuí possibilita o tratamento do resíduo doméstico, transformando em adubo sólido e em líquido.
Com o lançamento do novo modelo, estamos estabelecendo contatos para a implantação dq campanha Resíduo orgânico zero.
Com o Kit a produção de adubo permite a produção de hortas domésticas, nas zonas urbanas do Maranhão.
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Artista de Brasilia, Carlos Martins visita o Panakuí

Carlos Martins, um artista natural do Piauí, com passagem por vários estados do Brasil, visitou o Panakuí, neste Sábado.
Escultor, ceramista e pintor, Carlos Wilson está em São Luís, onde realiza alguns trabalhos e prepara uma ação visionária em espaço de uso múltiplo que está montando na Rua da Palma, no centro histórico de São Luís.
Com um olhar atencioso, um ouvido atento e uma curiosidade especial de artista, Carlos Martins antecipa a visita da expedição de arte, que está sendo organizada pelo poeta e ecologista Paulo Melo Souza, ao Sítio Panakuí, que será no próximo domingo.DSCN2230

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Ecologia e Criatividade – Estratégias para uma vida criativa e sustentável.

Um curso especial voltado à formação de um grupo especial apaixonado pela ecologia e comprometido com a transformação do Maranhão e do Brasil.
Será um curso de imersão, que acontecerá nos dias 09, 10 e 11 de agosto, no Sítio Panakuí.
Há dez anos começamos a implantação do Laboratório de Ecologia Intuitiva Sítio Panakuí. Com a conclusão da pesquisa, estamos implantando a rede de sítios ecológicos, um dos maiores negócios ecológicos do Maranhão e do Brasil.
com dois livros publicados, vários projetos em andamentos, uma patente registrada e diversas pesquisas em fase de conclusão.
Com o curso Ecologia e Criatividade – Estratégias para uma vida criativa e sustentável, 30 pessoas irão se integrar ao projeto e poderão mudar as suas vidas, as vidas das suas famílias e ajudar a mudar o Maranhão e o Brasil.
Serão três dias de formação intensiva, em uma imersão no método sítio intuitivo. Ao final do curso, concebido de forma prática, focado na ativação da sabedoria emocional de cada participante, as melhores peças, os melhores trabalhos, irão fazer parte da exposição de artes e ofícios que o Sítio Panakuí realizará no período da Feira de Livros, que será promovida pela Prefeitura de São Luís, nos mês de setembro e início de outubro.
Venha e seja mais um Ecologista Intuitivo integrado ao Projeto Panakuí.

Ministrador:
Moisés Matias
Jornalista, escritor, ecologista, poeta e fotógrafo. Coordena o Projeto Sítio Panakuí, com vários projetos em desenvolvimento, e a Ilha do Amanhã. É autor dos livros Sítio ecológico, um guia para salvar a terra (2ª Ed), Ecologia e Criatividade e Ilha do Amanhã.

Dias 09, 10 e 11 de agosto 2013, no Sítio Panakuí
Valor: 250,00
Inclui: Área para campi para os participantes, Refeição orgânica (2 cafés da manhã, 03 almoços, 2 jantas).
Programação
09.08 (sexta-feira)
08:00 – Abertura e apresentação dos participantes
9:30 – A sabedoria do tempo. Uma viagem na memória e na história.
10:30 – Baú de idéias – Criar com os olhos da criança.
12:00 – Almoço
14:30 – O despertar da curiosidade. A pergunta que não cala.
16:30 – Mapa, sabor e sentido da criatividade
18:00 – Janta
08:00 – Loucura e genialidade na criação
9:30 – O problema é a solução
10:30 – Ecologia, saúde e alegria

12:00 – Almoço
14:30 – Sinal verde para criar
16:30 – Ecologia e a Felicidade Interna Bruta
18:00 – Jantar e encerramento do dia.
11.08 (Domingo)
06:00 – Viagem para a Ilha do Amanhã
08: 00 – A prática da criação
9:30 – A prática da criação
10:30 – A prática da criação
12:00 – Almoço
14:30 – A prática da criação
16:30 – A prática da criação
17:00- 18:00 Retorno ao Panakuí e encerramento
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Sábado, 10.08

Proposta Panakuí será apresentada na Conferência de Meio Ambiente de São Luís.

Estaremos na III Conferência de Meio Ambiente, com a palestra sobre Produção e Consumo Sustentável, no dia 21.06, e com a exposição do Sítio Panakuí no Salão da Sustentabilidade. Veja a programação do evento:DSC04292

SÃO LUÍS – Debates relacionados à gestão dos resíduos sólidos em São Luís devem envolver a cidade entre os dias 20 e 22 de junho. É a III Conferência Municipal do Meio Ambiente, organizada pela Prefeitura de São Luís, que abordará temáticas como Produção e Consumo Sustentáveis, Geração de Emprego e Renda, Redução de Impactos Ambientais e Educação Ambiental.

Na programação, além de palestras com autoridades no assunto, estão previstas as eleições do Conselho Municipal do Meio Ambiente e dos delegados municipais de meio ambiente. Representantes de todos os segmentos sociais podem participar da Conferência, que já tem inscrições abertas no portal da Prefeitura de São Luís, no link http://www.saoluis.ma.gov.br/semmam/cmma/.

Salão da Sustentabilidade

No dia 20, quinta-feira, o credenciamento fica aberto das 12h às 18h. A partir do meio-dia, estará aberto um espaço denominado “Salão da Sustentabilidade”. O espaço foi criado para promover, difundir e compartilhar conhecimento, tecnologias e experiências bem sucedidas de práticas sustentáveis. O Salão funcionará em paralelo às atividades do evento e é um ambiente destinado à exposição de ecoprodutos, ecoserviços e projetos na área de tratamento e gestão de resíduos.

Veja a programação completa do evento

Dia 20/06/2013

Circulação

· 12h às 18h – Credenciamento/ Visita a stands

· 18h30 às 19h – Recepção: apresentação do Tambor de Crioula

Auditório Principal

· 19h às 19h30 – Abertura oficial

Recepção: Moisés Nobre, cordelista

Participação de Ronaldo Hipólito, representante do Ministério do Meio Ambiente.

Execução do Hino Nacional e do Hino de São Luís pela banda da Guarda Municipal (Semusc).

· 19h30 às 20h – Palestra de abertura: “A experiência do município de Curitiba na implementação do gerenciamento de Resíduos Sólidos” – Renato Eugênio de Lima, Secretário de Meio Ambiente de Curitiba/PR.

· 20h às 22h – Leitura e aprovação do regulamento

Área da Piscina

22h – Coquetel de encerramento e apresentação de bumba-meu-boi (desfile de moda com materiais recicláveis)

Dia 21/06/2013

Auditório Principal

8h às 9h – Abertura dos trabalhos

Leitura do regulamento aprovado

Distribuição do regulamento

Explicação da existência dos grupos de trabalho e metodologia

Apresentação de palestrantes e coordenadores dos grupos

Encaminhamento dos interessados para os eixos específicos

Auditório Principal

9h às 12h – Painel “Diretrizes Para Licenciamento de Grandes Geradores de Resíduos”. Painelistas: SGRSCC – Secretário Municipal de Meio Ambiente, Rodrigo Maia/ SQA-Semmam / Slea / Semosp / Semurh / (evento paralelo)

9h às 10h20 – Início dos trabalhos simultaneamente ao painel

· Sala A – Eixo 1 – Produção e Consumo Sustentável

9h às 10h20 – Palestrantes: Moisés Matias (Sítio Panakui/MA) e Sabetai Calderoni (USP/SP)

· Sala B – Eixo 2 – Redução dos Impactos Ambientais

9h às 10h20 – Palestrantes: Christiane Pereira (Universidade de Braunschweig/Alemanha) e Mario Masao Goto (Uniceuma/MA)

· Sala C – Eixo 3 – Geração de Emprego e Renda

9h às 10h20 – Palestrantes: Severino Lima Jr. (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis – MNCR) e Adailton Ferreira Trindade (Caixa)

· Sala D – Eixo 4 – Educação Ambiental

9h às 10h20 – Palestrantes: Eduardo Baptista (Universidade Livre do Meio Ambiente – Unilivre/PR) e Itapotiara Vilas Bôas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente de São Luís/MA)

Circulação

10h20 às 10h30 – Coffee Break

Sala A / Sala B / Sala C / Sala D (simultaneamente)

10h30 às 12h30 – Debates e construção de propostas simultaneamente nos grupos de trabalho

Restaurante

12h30 às 14h – Almoço

Sala A / Sala B / Sala C / Sala D (simultaneamente)

14h às 16h – Encerramento da construção de propostas nos GT’s

Circulação

16h às 16h30 – Coffee Break

Auditório Principal

16h30 às 18h30 – Plenária final com a definição das propostas

Dia 22/06/2013

Auditório Principal

· 8h às 08h20 – Abertura: instruções sobre a votação dos delegados e conselheiros (distribuição dos grupos representativos)

Sala A / Sala B / Sala C / Sala D / Sala E / Sala F (simultaneamente)

· 8h20 às 10h20 – Eleição dos Delegados / Eleição dos conselheiros

Circulação

· 10h20 às 10h40 – Coffee Break

Auditório Principal

· 10h40h às 12h40 – Encerramento solene: plenária final com a homologação dos resultados da Conferência

Circulação

· 12h40 – Coquetel de encerramento
(Divulgação/Prefeitura de São Luís)

Sobre riquezas e loucuras. São Luís joga um milhão de reais no lixo, diariamente;

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Estou muito encucado com algumas operações que ando fazendo.
Digo que vivemos em uma cidade rica.
Dou um exemplos:
Em uma cidade com um milhão de habitantes, como São Luis, cerca de 500 toneladas de resíduo doméstico/dia, portanto, sobras de alimentos, são jogadas nas ruas e acabam indo para um aterro sanitário saturado.
Um quilo de resíduo orgânico custa, em média, R$ 2,00.
Somente com resíduo orgânico doméstico São Luís tem um prejuízo ao mês estimado em R$ 30 milhões, sem contar o custa da tonelada que é recolhida pela prefeitura, nem os custos ambientais da falta de tratamento.
Em cinco meses, tempo de gestão do atual prefeito Edvaldo Holanda, de janeiro a maio, a população de São Luís jogou fora cerca de R$ 150 milhões de reais de resíduo orgânico doméstico.
Não é um número qualquer. O valor sai da conta da unidade doméstica, do produtor familiar. Caso houvesse o tratamento adequado, o resíduo doméstico seria transformado em adubo para hortas e cultivos diversos, multiplicando a quantidade em até quatro vezes. Um quilo de resíduo rende até quatro quilos de adubo.
Mas o material acaba indo mesmo para o aterro.
A cidade fica com o prejuízo. Faltam recursos para a saúde, a educação, a cultura. Mas a administração pública perpetua a loucura e joga, todos os dias, um milhão de reais no lixeiro da ribeira. Até quando vai persistir a loucura?
Desenvolvi, no Panakuí, um kit que transforma o resíduo orgânico em adubos sólido e líquido, dentro dos quintais das casas. Também desenvolvi uma campanha, chamada São Luís resíduo orgânico zero, que já conta com a adesão de outros e outras. Mas é muito pouco.
Repito: São Luís joga, todos os dias, um milhão de reais, em sobras de comida, nas ruas. Até quando vai persistir este absurdo?

Mutirão solidário. Uma casa nova para a ecologista Petrolina.

Pedrolina Soeiro Mesquita, 57, separada, mãe de 08 filhos, o menor tem 12 anos. Mora na Estrada da Vitória, 172, no Sacavém.
Há 03 anos recolhe sucatas, ferro, plástico, cobre e alumínio pelas ruas de São Luís, transportando em um pequeno carro de bebê e levando para vender na médice.]
Ganha, em média, 200 reais com a coleta. A receita mais certa, na família, vem da venda do material recolhido.
Sua rota, quando está disposta, inclui Radional, Vila Palmeira, Santa Cruz, Filipinho e Sacavém e Coheb.
Sua casa é de Taipa e está com mais de cinco anos de reformada e precisando de uma boa reforma.
Convocamos parceiros e parceiras para um Mutirão Solidário, na casa da d. Petrolina, neste sábado, 18.05. onde iremos iniciar a reforma da sua casa de taipa, a limpeza do terreno, a construção de um galpão para a guarda do material recolhido.
Na oportunidade, darei uma oficina gratuita de bioconstrução para os voluntários presentes. Contato e mais informações: 8888 3372
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Rede Permacultura Brasileira envia embaixador para eventos no Panakuí

Ricardo Bortolato 27 de março de 2013 00:54
Hoje recebi uma notícia inesperada mas ao mesmo tempo já sonhada, um irmão de São Luis-MA me convidou a participar de um encontro no sítio ecológico e permacultural Panakuí.

Moisés Matias, 48 anos, idealizador e co-criador do projeto nasceu no interior de Tarauacá, pequena cidade Acreana que faz fronteira com o Peru, no coração da Amazônia, de onde saiu aos 03 anos de idade. Reside em São Luís desde 1987. É jornalista, fotógrafo e ecologista.
Entre as muitas obras, cuida de um santuário ecológico, a Ilha do Amanhã. Moisés criou raiz e gerou frutos e, com este Sítio Ecológico, nos convida a maior aventura da humanidade, que é a salvação da vida na Terra.
Claro que eu aceitei na hora, a uns cinco anos atrás já havia comentado com minha esposa, se formos sair de São Paulo quero chegar em São Luis.
Coincidência? com certeza não, eu não acredito que os acontecimentos na minha vida são por acaso, acredito no poder do sonho, sem sonho não existe presente e nem futuro.

A Permacultura está me abrindo a porta do mundo, através da Rede PSB hoje com 4800 membros, faça novas amizades, amigos, reencontro irmãos de caminhada, os viajantes do tempo, aqueles que não tem parada, são nômades por natureza, são aqueles que o sangue corre forte e veloz na veia só de saber que vai conhecer novos lugares, pessoas e conectar projetos. Agradeço de coração todos os convites que recebo de membros da Rede PSB, procuro orientar e ajudar sempre, este é o papel da rede, conectar, informar, denunciar, protestar, abrir caminho agregando novas parcerias, ideias, sonhos, vivendo na prática a vida na terra.

Ricardo Bortolato
http://www.facebook.com/l/nAQG_pkU0AQE3jRhM6jJCj-xSN_t_aqBdJXx3UO42MByVoA/www.permaculturabr.ning.com
A Revolução Silenciosa, Social e Econômica.
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Quinta dos Fortes, um sítio ecológico modelo no interior do Maranhão

Situado no município de Vargem Grande, a Quinta dos Fortes é um Sítio Ecológico que se destaca na busca das tecnologias sustentáveis. Na ultima semana, a convite do seu proprietário, Jorge Fortes, que é presidente da Agência Estadual de Pesquisas Agropecuárias (AGERP), visitamos a propriedade.
Lá encontramos uma criação modelo de carneiros, a plantação de milho destinada à garantia da produção da ração dos animais e uma grande área de preservação ambiental, com a predominância da Palmeira de Babaçu.
Na casa principal, encontramos um sistema de tratamento dos dejetos humanos, a Fossa Séptica Biodegradável, uma tecnologia social que conta com o apoio na sua divulgação da Fundação Banco do Brasil. São três caixas de cimento, interligadas por canos e que tratam de forma natural, os dejetos humanos, produzindo ainda o biofertilizante para ser usado na adubação.
A casa também possui um sistema de captação da água da chuva, através de canaletas que aparam a água da chuva e despejam na caixa de água.
Outras iniciativas ecológicas estão sendo estudadas para a Quinta dos Fortes, que deverá funcionar em breve como mais um sítio ecológico modelo, no interior do Maranhão.

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Palmito de Babaçu. Uma delícia!

DSC06324Poucos conhecem. É uma delícia! Muito nutritivo. Cada palmeira de babaçu dá até 05 quilos de palmito. E quanto mais jovem, melhor o sabor.
O Maranhão tem uma Arábia Saudita apenas com o Babaçu, na relação com a energia. Trata-se de mais uma riqueza inestimável que o Maranhão possui. Mas o caso é apenas um dos inúmeros produtos que podem ser extraídos desta palmeira: o seu delicioso, suculento, Palmito de Babaçu. Em outros estados ele pode ser encontrado industrializado, em conservas, mas na terra das palmeiras ele está sendo desperdiçado.
Mas não no Panakuí. Na manhã chuvosa de segunda feira, extraímos o palmito de uma palmeira que tivermos que abater, em um manejo seletivo e sustentável. Bruto, deu mais de quatro quilos. O seu melhor, chamado de coração, mais de dois quilos. Pode ser consumido in natura, como salada, em uma suculenta refeição, preparado com verdura e no óleo de babaçu, ou cozido com a carne e o peixe. E pode ser consumido como peixe, temperado com coentro, cebolinha e o mais. Vai uma palmitada aí? Recomendo!

Curso Ecologia Profunda, pela internet. Preço solidário (quase grátis!)

CURSO DE ECOLOGIA PROFUNDA – Via Internet

O objetivo do Curso de Ecologia Profunda é o enriquecimento cultural, desenvolvimento da mente e o despertar da consciência ecológica profunda nos participantes.

O curso é dedicado a todas as pessoas que buscam o autoconhecimento, ou seja, a compreensão da ecologia interior e exterior, fornecendo uma visão ampla da Vida.

Os conteúdos são estudados dentro de uma perspectiva transdisciplinar, integrando ciência, cultura, religião, arte, política, ecologia e vida interior.
Alguns temas abordados são:

– Filosofia: consciência, metafísica, sentido da vida;

– Ética, Política e Direito: moral, bioética, ecoética, exercício de cidadania, governo de si, dinheiro e poder, liderança, espiritualidade e política;

– Psicologia: história, parapsicologia, neurolinguística, psicologia junguiana (alquimia, simbolismo, sonhos), psicologia transpessoal;

– Física Contemporânea: ciência e religiosidade, física quântica;

– Antropologia: cosmogênese, antropogênese, cultura indígena, xamanismo, mitologia, civilizações antigas, sociedades secretas, iniciação, ascensão;

– Religiões: Cristianismo, Judaísmo, Islamismo, Candomblé, Umbanda, Zoroastrismo, Hinduísmo, Bramanismo, Taoísmo, Budismo, Zen, Espiritismo, Confucionismo, Xintoísmo, Sufismo, Baha’i;

– Fenômenos Sociais: civilização futura, movimentos filosóficos;

– Agroecologia: agricultura e meio ambiente, educação ambiental, ecologia profunda, agrofloresta, agricultura orgânica, biodinâmica, permacultura;

– Saúde Integral: sistemas tradicionais de cura, fitoterapia, homeopatia, medicina antroposófica, tipos de alimentação;

– Yoga; Tai-chi-chuan;

– Desenvolvimento Artístico.

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÃO:

1. O curso é exclusivamente via internet, através do envio de textos e apostilas, que são estudados individualmente por cada participante, com criação de grupo para partilha. O curso totaliza 16 módulos/meses.
http://groups.google.com.br/group/ecologiaprofunda

2. A contribuição mínima de cada módulo/mês é de R$ 10,00 se não houver atrasos. Valor mínimo total é de R$ 170,00 (à vista), incluindo a taxa de inscrição de R$ 10,00. Os participantes podem voluntariamente fazer contribuições superiores para colaborar com a qualificação e ampliação das atividades da Ipê.

3. Havendo atrasos na confirmação da contribuição, cobramos o valor de R$ 10,00 para reenvio do material.

4. As tarefas são obrigatórias apenas para quem quer certificação ao término, são simples e possuem prazo de um mês para serem feitas. Para atrasos é cobrado taxa de R$ 10,00 cada.

5. A Associação Ipê emite certificado ao término do curso para os interessados em dia com as tarefas solicitadas. Será solicitado o valor de confecção do certificado (R$ 10,00) mais a entrega via correio.

6. Os recursos arrecadados são destinados à manutenção e qualificação dos trabalhos e construção de Núcleos de Silêncio e de Atividade Criativa cultural e ecológica no campo.

7. Para se inscrever, é necessário o preenchimento e envio dos dados abaixo, juntamente com o comprovante de depósito de pelo menos os R$ 10,00 da inscrição (digitalizado ou fotografado) ou os dados (dia, valor, número do comprovante, terminal) para aipemg@gmail.com

Banco Bradesco – 237, Agência 0510-0, Conta Poupança 1005470-2
Titular: Tatiana Regina Sandy Reis – CPF 032.382.526-58
Curso de Ecologia Profunda – CEP – Inscrição

Nome Completo:

Data de Nascimento:

Cidade onde reside: Estado:

Endereço Eletrônico: Confirmação de endereço eletrônico:

Escolaridade: Área de atuação:

Como ficou sabendo do curso? Qual a sua expectativa com relação ao Curso de Ecologia Profunda ?

Estamos à disposição.

Em Paz,
Dra. TATIANA REGINA SANDY REIS (CRO MG 33.252)

Cirurgiã-Dentista/ Clínica Geral, Terapia Neural e Odontologia Neurofocal

Hipnose Condicionativa / Recondicionamento mental

Especialista em Agricultura Orgânica/ Biodinâmica

Coordenadora do Curso de Ecologia Profunda

aipemg@gmail.com

http://associacaoipe.blogspot.com.br/

DSC00878SOLICITAMOS O FAVOR DE DIVULGAREM PARA SEUS CONTATOS

Resíduo orgânico Zero. Mude o seu conceito de lixo

Os carros da limpeza, em São Luís, traduzem a imagem dos escravos carregando os dejetos dos amos, com grandes bacias na cabeça, na direção das áreas baixas e alagadas.
O cheiro é pavoroso. Os dejetos escorrem nas vias públicas. Trabalhadores (as) da limpeza expõem-se a situações degradantes, pendurados nas carretas repletas de material em decomposição. Até quando?
Precisamos de atitude:

“Os consumidores que não separarem o lixo seco do úmido estarão sujeitos a multas.”
É o que diz a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que trata da destinação adequada do lixo no País.
A regulamentação prevê que o processo da coleta deverá ao menos separar resíduos secos e úmidos.
A campanha São Luís Resíduo Orgânico Zero/2013, em fase inal de planejamento, prevê a difusão da tecnologia que transforma o resíduo orgânico em adubo, a disseminação da prática da horta doméstica.
Os números são expressivos: Um milhão de reais desperdiçado, todos os dias, pela população, apenas com resíduo orgânico doméstico, na capital do Maranhão. São 30 milhões mensais.
Com o aproveitamento do material que atualmente vai para o lixão, São Luís passará a produzir alimentos orgânicos saudáveis, cultivados na escala micro, nos quintais e nas varandas. As praças receberão o adubo excedente, aumentando assim as flores, os frutos, nas áreas públicas.
Venha e participe da campanha. Basta ter atitude e dizer: Eu sou responsável pelo meu resíduo orgânico!
Mais informações: 98 8888 3372 e moises-matias@ig.com.brimagem Resíduo  Orgânico Zero

Sítio Ecológico será lançado em Santa Inês.

O projeto Maranhão Sítio Ecológico, que inclui a formação de um sítio ecológico modelo parceiro, em cada um dos 217 municípios do Maranhão, até 2014, avança lentamente, com segurança.
O projeto Sítio Ecológico será lançado brevemente no município de Santa Inês. Quem está na organização do evento, que inclui a palestra “Sítio ecológico, o projeto que ativa a Felicidade Interna Bruta (FIB)”, o lançamento dos livros Sítio Ecológico, um guia para salvar a terra, e Ecologia e Criatividade, além de uma vivência de sensibilização ecológica, é a professora Regina Celi, juntamente com a turma de Pedagogia (4.P), do campus da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), em Santa Inês.
Regina Celi reside no bairro Cohaserma, na região da Cohama, em São Luís, onde faz a compostagem com o resíduo orgânico doméstico, cultiva plantas e planeja a transformação do seu espaço em um sítio ecológico urbano.
O lançamento do projeto Sítio Ecológico, em Santa Inês está prevista para os dias 01 e 02 de fevereiro.
Após o lançamento do projeto em Santa Inês, com a identificação das parcerias, será constituída a Rede de Sítios Ecológicos de Santa Inês. Os interessados no projeto podem estar entrar em contato pelo número 98 8888 3372.
Por Moises MatiasDSC05814

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Uma fonte de água na sua casa.

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Ele chega com umas varas de ferro, liga uma na outra, bota uma manivela e começa a tirar terra de um cano. Em alguns dias a água estará jorrando na torneira. Este é o ofício de Domingos Ferreira da Silva: fazer poço semi-artesiano, de até 30 metros. E tudo manualmente.
No Sítio Panakuí o nosso poço tem 16 metros. É dele que tiramos a água de consumo. Foi feito manualmente. Claro, com a gestão da água da chuva, a preservação da vegetação rasteira, entre outras práticas, ajudamos a natureza a gerar a água.
Mas o poço é semi-artesiano, feito manualmente e por um valor relativamente pequeno.
Domingos cobra R$ 60 reais por metro cavado. É o custo da mão-de-obra. Os outros custos, como canos e bomba, não estão inclusos. Mas o valor é bem menor que o que é cobrado na construção de um poço profissional, feito com máquinas.
Ao longo de 10 anos de experiência na construção de poços semi-artesiano, Domingos já contabiliza mais de 200 poços construídos.
Para quem tem um quintal, ou um sítio, a construção de um poço semi-artesiano pode resolver a necessidade de água no local. Então, é só chamar o Domingos. Faça o seu poço e livre-se da conta de água. O telefone para recado é o (98)8888 3372.

Cordeiro e Veneraldo fazem pouso no Fortaleza Panakuí

Dois amigos, distantes no tempo, estiveram neste final de semana no Panakuí.
Veneraldo Costa, escritor e inventor, ao lado do filho Arlenilton, esteve no sítio, em missão de carregamento. Eu o conheço há 06 anos, somos parceiros em várias frentes. Veneraldo, que aparece na foto ao lado da Marina, foi + um dos valentes – passou de uma dúzia – que fizeram a campanha da então candidata presidencial, em São Luís.
Acompanhado da bela Antônia, quem passou o domingo no Panakuí foi Cordeiro Marques. Amigo de alguns meses, com quem estou estabelecendo uma importante aliança envolvendo a Ilha do Amanhã, entre outras artes ecológicas.
Cordeiro ainda não conhece Veneraldo. Em breve os dois estarão na mesma mesa, desenhando planos.
Esta é a missão do Sítio de Inteligência Alternativa (S.I.A) Panakuí: ligar aliados ainda desconhecidos, juntos parceiros, formar um exército de guerreiros e guerreiras na frente de construção do mundo novo que se anuncia ecológico.DSC05443

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Porto Velho: Sítio Ecológico atravessa fronteiras.

Publicado em 25 de janeiro de 2011 por josé carlos da costa fernandes

Projeto de sítio ecológico é iniciado com 30 famílias

O seminário “Projeto sitio ecológico”, ocorrido na noite de sexta-feira, 21/01, no auditório do Sebrae, em Porto Velho, reuniu chacareiros, produtores rurais e artesãos. Fizeram parte da mesa de discursos o secretário municipal de Agricultura, José Wildes, o presidente do sindicato dos trabalhadores da agricultura familiar de Porto Velho, Pedro Bordallo, a representante da Associação de Desenvolvimento da Agroecologia e Economia Solidária da Amazônia Ocidental – Ada Açaí –, Iluska Lobo Braga, e representando os produtores rurais e famílias chacareiras, seu Didi e o ecologista acreano Moisés Matias que vem difundindo por toda a Amazônia a proposta do sítio ecológico. O evento contou ainda com a participação da coordenadora de políticas públicas para as mulheres, Mara Regina.
Antes da apresentação do projeto, o secretário municipal de Agricultura, José Wildes, agradeceu a presença dos chacareiros, que em breve, segundo ele, serão os grandes beneficiados com o projeto. Wildes destacou a importância de ações que levam ao desenvolvimento da agricultura familiar, difusão da economia solidária e aproveitamento da terra de forma sustentável sem agressão ao meio ambiente. “Este projeto –sitio ecológico- visa exatamente isto e queremos apoiar o desenvolvimento dele em nossa região chacareira. Os sítios ecológicos, se tiverem o apoio necessário e as ferramentas adequadas, podem proporcionar renda familiar e a diminuição do êxodo rural. Se as famílias rurais puderem produzir seus próprios alimentos e criações, como também a partir da orientação adequada despertar para a cultura que podem desenvolver em sua área rural, permanecerão ali mesmo, tendo uma vida mais saudável, no lugar de origem, sem precisar ir para a cidade”, discursou o secretário.
O presidente do sindicato dos trabalhadores da agricultura familiar de Porto Velho, Pedro Bordallo, parabenizou a iniciativa e o projeto que vem para incrementar ainda mais as atividades no campo.
A representante da Ada Açaí enfatizou que o sítio ecológico é uma ação que está sendo realizada em toda a Amazônia e que tem garantido o desenvolvimento da agroecologia e da economia solidária. “O Sitio ecológico é uma opção de desenvolvimento sustentável, traz uma vivência mais saudável e harmoniosa e ainda a preservação de plantas e árvores nativas”, disse.
O sítio Ecológico
O acreano Moisés Matias, que reside atualmente no estado do Maranhão, implantou há 10 anos seu primeiro sítio ecológico. Ele foi o palestrante convidado para falar sobre o projeto, que para ele, foi o melhor investimento que fez na vida. “O sitio ecológico nos ensina muitas coisas. Uma delas é a importância de cuidarmos melhor da nossa saúde. Eu era uma pessoa totalmente estressada e hoje tenho um lugar de muita paz, onde posso cultivar
alimentos saudáveis, ter contato com a natureza, ter minhas pequenas criações, viver longe dos agrotóxicos e dos alimentos cheios de hormônios e conservantes. Quando você entende a importância de investir numa área, por menor que seja, e cuidar mais do que está a sua volta e começa a perceber o retorno que isto traz, você não quer mais parar. Então começa a cuidar das plantas, das arvores, incrementar ainda mais o lugar com outras espécies e criações, e daí por diante tem um espaço todo seu e que além da vida mais saudável, com o devido apoio pode levar benefícios a outras pessoas, como por exemplo, cultivando frutas e hortaliças sem agrotóxicos e permitindo que cheguem à mesa das comunidades próximas”, disse o ecologista.
Matias mostrou fotos e vídeos de seu sitio Panakui (panã= cesto. Kui= pequeno), em São Luiz. Esclareceu como iniciou o projeto, das pesquisas que realizou, das suas produções e do resultado. O ecologista que também é jornalista, relatou sobre as experiências de outros sítios ecológicos e da proposta para Porto Velho. Mostrou também os benefícios das pequenas indústrias e de que forma o poder público poderia participar do projeto. “Temos excelentes artesãos, cozinheiras, cultivadores, pessoas do campo que são verdadeiros artistas e profundos conhecedores da terra e do que ela pode produzir. O que falta é investimento para que estas pessoas possam incrementar as atividades que já realizam e que possam fazer tudo isso no local que escolheram para viver, que é o campo”, relatou. Luís
Implantação
A implantação de sítios ecológicos já vinha sendo discutido pela Semagric, segundo Wildes. “O projeto do sitio Pakanã, do ecologista, Moisés Matias, veio como reforço para iniciarmos o projeto. Estaremos trabalhando inicialmente com 30 famílias, estudando qual a melhor cultura a ser desenvolvida, se é a de hortaliças ou frutas, ou ainda criações, vamos desenvolver estudos para saber qual o melhor gado para a região, e levar as técnicas adequadas e dar o apoio necessário para que os sítios ecológicos também sejam uma realidade em Porto Velho”, destacou.
José Wildes falou ainda que a prefeitura já vem investindo em programas que tem a mesma finalidade, ‘dar condições ao homem do campo para permanecer no campo’ e que este será mais um. “Hoje temos o Programa de Recuperação de Áreas Degradadas (Prade), que beneficia 850 produtores rurais, com a recuperação de áreas tomadas pela capoeira, devido à falta de produção, e torna-as novamente produtivas, pois a prefeitura além de limpar o lugar, corrige o solo com o serviço de gradagem e incorporação do calcário. E ainda orienta sobre a melhor cultura para o local, por meio das equipes técnicas e dá o apoio para o escoamento, em parceria com as associações rurais. Temos também o Programa de Agroecologia Integrada e Sustentável – Pais- que incentiva o produtor rural a produzir alimentos sem agrotóxicos, realizando cursos de qualificação em horticultura e ainda incentivo a criação de agroindústrias, com doação de máquinas de arroz, despopadeira, casa de farinha e outras”, completou.
Os participantes foram convidados para um dia vivência, no sitio do seu Didi, na BR 364, sentindo Candeias do Jamari, um segundo momento do evento, para que os participantes pudessem sentir como será o projeto.
Na manhã do último sábado, 22, a prefeitura de Porto Velho, através da secretaria municipal de Agricultura, realizou um dia de vivência sobre o projeto Sítio Ecológico. O local escolhido foi o Sítio do “seu Didi”, de propriedade do senhor Alvadi Carlos Stfanes, localizado na entrada de Porto Velho pela BR 364, sentido Cuiabá. O evento reuniu representantes de cerca de trinta famílias de pequenos agricultores, que já estão trabalhando com produtos orgânicos, mas sem a certificação que garante o produto como orgânico, ou estão em fase de transição para o novo cultivo e outros que buscam conhecer as técnicas para aplicar na produção. “Este segundo momento aqui no Sítio do Seu Didi, é muito importante para começarmos a conhecer melhor as famílias que estão participando deste projeto piloto. Agora em 2011, são trinta famílias para o próximo ano a proposta é expandir esta ação para outras quatrocentas e assim por diante”, informou José Wildes, secretário da Semagric.
A Vivência
O dia de vivência foi marcado por muita chuva, mas os agricultores se organizaram na varanda da residência do sítio e trocaram experiências e receberam orientações. A manutenção do projeto é da Semagric, mas o acompanhamento técnico é da Associação de Desenvolvimento da Agroecologia e Economia Solidária (ADA AÇAÍ). O representante da associação, Silvano Dematia, explicou que, “inicialmente vamos trabalhar com estas trinta famílias, realizando visitas, cursos, discussões, momentos nas propriedades deles, passando técnicas e tudo o que for preciso para que alcancem o Selo Verde, que é o certificado oficial que torna o produto deles como um de origem orgânico”, falou.
A escolha da propriedade do Seu Didi foi baseada no trabalho que ele realiza há duas décadas experimentando e cultivando várias espécies de plantas, como madeiras, frutíferas e palmeiras, tanto da região, de outros Estados e ainda de outros países. “Só de espécies eu tenho plantado e produzindo mais de duzentas e cinqüenta, sem falar nas variedades, aí o número seria maior, por exemplo, do araçá tenho dez variedades, do jambo eu tenho três e assim vai”, disse.
Seu Didi, que se tornou conhecido por cultivar várias espécies juntas, sem fazer a derrubada da mata e ainda por descobrir os tipos de árvores estrangeiras que se adaptaram à região e são muito produtivas, e repassar o conhecimento. Revelou ainda, que, “eu vim para a Amazônia para ser pecuarista, para destruir a floresta, porque é isto o que faz o pecuarista, derruba tudo e põe gado. Mas eu não consegui, quebrei, eu não tenho religião, sou Cristão, mas acho que foi Deus que me deu esta missão, e hoje sou conhecido por preservar e não por destruir como já fiz em outros Estados que morei”, revelou.
Seminário em Porto Velho 1

Seminário Porto Velho 5

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